Drenagem Linfática  Manual

Desde que por volta dos anos 30, quando a drenagem linfática manual foi introduzida com êxito no tratamento de doenças respiratórias crônicas, seu campo de aplicação foi se ampliando e aprofundando tornando-se em alguns casos a principal forma de tratamento como é o caso dos LINFOEDEMAS.
A drenagem linfática manual é uma técnica específica de massagem que exige uma formação adequada e caracteriza-se por movimentos suaves e precisos todos em forma circular e espiral e por um trabalho intensivo realizado nos centros dos gânglios linfáticos.
Procurando aliviar os sintomas, primeiro trata o sistema linfático superior, ou seja as zonas dos gânglios linfáticos do pescoço, da garganta e dos ombros, evoluindo depois de forma progressiva para as zonas afetadas, mais afastadas do coração. Na maioria dos casos o tratamento tem duração de uma hora.
A função da drenagem linfática é estimular a circulação da linfa (líquido viscoso e  esbranquiçado) nos vasos linfáticos. A mão do terapeuta funciona como um rodo e a região dos gânglios funciona como um ralo. Ao abrir o ralo e levar o líquido excedente em sua direção, diminuímos o inchaço do corpo. Além de diminuir os inchaços, a drenagem também ajuda a estimular o sistema imunológico, pois ele contém as células de defesa do organismo, além de auxiliar a regeneração dos tecidos.
É muito comum, após uma terapia de drenagem linfática ter sonolência, pois a técnica exerce uma ação sedante, tranqüilizante e relaxante.
As principais indicações para drenagem linfática são:
Edemas da Gestação
Edemas pós operatório
Problemas circulatórios (varizes e pernas cansadas)
Estética (celulite)
Sistema Linfático
FIBROMIALGIA

O termo fibromialgia refere-se a uma condição dolorosa generalizada e crônica. É considerada uma síndrome porque engloba uma série de manifestações clínicas como dor, fadiga, indisposição, distúrbios do sono . No passado, pessoas que apresentavam dor generalizada e uma série de queixas mal definidas não eram levadas muito a sério, era feito então um diagnóstico nebuloso de Fibrosite. Isso porque acreditava-se que houvesse o envolvimento de um processo inflamatório muscular.
Atualmente sabe-se que a fibromialgia é uma forma de reumatismo associada ao aumento da sensibilidade do indivíduo frente a um estímulo doloroso. Sendo assim, pode prejudicar a qualidade de vida e o desempenho profissional, motivos que  justificam que o paciente seja levado a sério em suas queixas. Como não existem exames complementares que confirmem o diagnóstico, a experiência clínica do profissional que avalia o paciente com fibromialgia é fundamental para o sucesso do tratamento.
          A dor muscular é uma manifestação muito freqüente na fibromialgia, podendo ser difusa ou acometer preferencialmente algumas regiões, como o pescoço e os ombros e então propagar-se para outras áreas do corpo. O paciente descreve sua sensação de dor das mais diferentes formas: desde um leve incômodo até uma condição incapacitante. Por vezes relata ardência, dor em pontadas, rigidez, câimbras. Essas manifestações variam de acordo com o horário do dia, intensidade dos esforços físicos realizados, condições climáticas, aspectos emocionais e ligados ao padrão do sono. Apesar da fibromialgia poder apresentar-se de forma extremamente dolorosa e incapacitante, ela não ocasiona comprometimento das articulações e não causa deformidades.
O tratamento da fibromialgia é feito através de medicamentos que melhorem a qualidade do sono e atividades físicas como hidroginástica e alongamento e massagem para relaxamento.

CISTO DE BAKER
O cisto de Baker, também chamado de cisto poplíteo ou cisto sinovial, é uma saliência que se forma na região posterior do joelho. Pode ocorrer em adultos e crianças sendo de causas e evolução completamente diferentes.
Nas crianças o cisto é praticamente assintomático gerando apenas algum desconforto na flexão ou extensão total do joelho, aparece em decorrência do impacto durante as corridas, logo após o estirão de crescimento ou em crianças obesas. Normalmente somem sem a necessidade de nenhuma intervenção.
Nos adultos normalmente o cisto é conseqüência de outra patologia na articulação do joelho ou pos trauma (quedas, batidas ou entorses), que leva a um excesso de produção de liquido sinovial, também chamado de derrame articular. O diagnóstico é feito pelo exame de ultrassonografia e o tratamento é baseado na patologia base e não no cisto em si. Raros são os casos em que há necessidade de tratamento cirúrgico especificamente para o cisto, os sintomas costumam desaparecer quando o edema é controlado.
É pouco comum a existência de complicações relacionadas ao Cisto de Baker, mas pode ocorrer ruptura de ligamentos ou tendões em decorrência do aumento do cisto ou o próprio extravasamento do cisto gerando sintomas semelhantes ao de uma trombose.

O Poder do Toque

          Seja um abraço, um aperto de mão, uma dança ou uma massagem, o toque é  um dos meios que nos conduz ao bem-estar físico, emociona...