Kombucha


A primeira vez que tomei Kombucha foi na casa da minha irmã nos Estados Unidos. Eu gostei logo de cara, a primeira que provei foi de gengibre comprada no supermercado. 



No ano passado, recebemos a levedura (SCOBY) e começamos a fabricar nossa própria bebida.
A Kombucha, faz parte do grupo das bebidas fermentadas que são próbioticas, ou seja favorecem as boas bactérias do nosso intestino trazendo vários benefícios a nossa saúde. O nome é porque no inicio, acreditava-se que a levedura era uma alga marinha chamada Kombu, o chá de Kombu logo virou Kombucha.
Como já iniciei, o SCOBY (Simbiotic Colony of Bacteria and Yeast), Colônia Simbiótica de Bactéria e Levedura, fermenta um chá doce, rico em cafeína (chá preto ou verde).
O açúcar e a cafeína alimentam o SCOBY por aproximadamente sete dias e o resultado é um líquido de aroma acético, levemente doce e rico em vitaminas e ácidos. Depois disso é hora de aromatizar com frutas, flores e ervas por cinco ou sete dias e está pronto para beber.

Essa faixa mais escura que vemos na foto é o Scoby


 Dentre os benefícios de se tomar Kombucha todos os dias estão: poder desintoxicante, capacidade de neutralizar células tóxicas do fígado; antioxidante e probiótico, auxiliam a digestão revertendo lesões do sistema digestivo; fortalece o Sistema Imunológico pela renovação das células intestinais; contém glucosaminas que auxiliam no tratamento de problemas articulares, entre outros.
Ainda não encontramos Kombucha pronta nos supermercados no Brasil, mas é possível conseguir a levedura e fazer a sua própria. 


Kombuchas saborizadas com frutas

Se quiser saber mais acesse os links abaixo.

Torta de Abobrinha


Recheio

  • 1 colher de sopa de azeite
  • 3 abobrinhas médias
  • 2 tomates
  • ½ cebola
  • 1 dente de alho
  • salsinha, sal e pimenta do reino a gosto

Massa

  • 3 ovos
  • 1 xícara de farinha de arroz
  • 1 colher de sopa de amido de milho
  • 1 colher de sobremesa de fermento em pó
  • 1 xícara de chá de água
  • ½ xícara de chá de óleo
  • sal à gosto

Modo de preparar

Recheio
Pique as abobrinhas, os tomates, a cebola, o alho e a salsinha.
Regue o fundo da panela com azeite e quando estiver quente adicione primeiro a cebola deixe ficar quase transparente, em seguida doure o alho por 2 minutos, e acrescente os tomates, adicione um pouco de sal para soltar a água e por ultimo a abobrinha. Cozinhe por 3 minutos com a panela tampada em fogo médio, depois tire e tampa para secar a água e desligue. Reserve e deixe esfriar.

Massa
Junte todos os ingredientes no liquidificador, começando pelos líquidos, bata até ficar uma massa homogênea. 
Montagem
Em uma forma untada com azeite, despeje a metade da massa do liquidificador, em seguida espalhe todo o recheio e por último a outra metade da massa. Asse em forno médio (200o.C) até dourar, aproximadamente 30 minutos dependendo do forno.

Só é possivel viver com leveza quando sabemos que logo a vida vai acabar - Contardo Calligaris


Fui ver "A Viagem do meu Pai", de Philippe Le Guay, que me pareceu muito melhor do que diz a crítica. Espero que o filme continue em cartaz: é uma visão tocante (e não desesperadora) da idade avançada –na experiência do idoso e dos que convivem (ou conviverão, mais cedo ou mais tarde) com ele. Claro, o filme só conta "uma" história. Em matéria de velhice, é bom lembrar o título do ótimo livro de Jack Messy, que imitava o bordão de Lacan sobre a mulher: "A Pessoa Idosa Não Existe" (ed. Aleph). Messy lembrava, assim, que cada um envelhece do seu jeito. Uma frase de Julian Ajuriaguerra (grande neuropsiquiatra e psicanalista) circulava como um provérbio, no hospital Sainte-Anne: "On vieillit comme on a vécu" (a gente envelhece como viveu) –ao envelhecermos, seremos nós mesmos, só que velhos. Lembro-me de uma conversa, nos anos 1980, com Jean Bergès (sucessor de Ajuriaguerra no hospital Sainte-Anne). Eu descrevia um caso de alexitimia num paciente idoso (alexitimia é uma extrema dificuldade em verbalizar, descrever e até viver sentimentos e emoções). Eu entendia a dita alexitimia como um sintoma da idade do paciente. Bergès observou que existia uma boa chance de que meu paciente não fosse muito diferente quando era jovem. A velhice não é um tipo de personalidade e, se for um transtorno, seria reativo: o jeito de cada um reagir à perda da identidade profissional (que pesa desde a aposentadoria), à sensação de uma maior proximidade da morte, ao luto do casal e dos amigos, que vão morrendo, à perda da saúde (nem tanto pela chegada de uma grande doença quanto pela síndrome do carro velho, que começa a dar uma encrenca atrás da outra), à perda da autonomia (com necessidade de ter assistência ou de viver num quadro comunitário) etc. A lista é longa. A reação a essas perdas, muito mais do que a idade, define o que é a velhice avançada. Há o idoso que se deprime, há aquele que se angustia, e quase todos começam a delirar. O idoso tem boas razões para ser paranoico. Começa com a constatação de que, em tese, ele vai morrer antes dos outros: o que significa que os mais jovens o empurram para a saída. Passa pela sensação de que ele está sendo roubado por aqueles que ficarão com suas coisas (a casa e o relógio, por exemplo). E acaba na necessidade de se mostrar sempre desconfiado: não me deixo enganar significa, no caso, "ainda não estou morto". As mesmas razões que alimentam a paranoia do idoso produzem sua falta de interesse na vida dos outros. Frequentemente, conversar com um idoso é um exercício de humildade. O que a gente diz tem pouca importância, e o interesse do idoso é fingido –como se nada pudesse se comparar ao drama da vida dele que está acabando. Agora, eu gosto dos idosos e de sua companhia, mas admito que esses meus "bons sentimentos" sirvam sobretudo a esperança de ser eu mesmo amado (e amável) quando serei idoso. Concordo, não vai ser fácil. O idoso somos nós amanhã. Mas no sentido oposto ao que acontece com as crianças; sonhamos que as crianças venham a ser tudo o que queríamos ser e não fomos, enquanto o idoso é o fruto de uma espécie de idealização negativa: ele é o que não gostaríamos de vir a ser, é o retrato de um declínio que preferiríamos evitar. Será que a grande idade, então, não traz nada de bom? O que há de interessante na experiência do idoso? Além do luto antecipado de si mesmo, além da sensação de superfluidade em fim de linha, além de um certo nojo de si e de um corpo que falha, além da desconfiança (vocês não me matarão e descartarão enquanto durmo)". Não há nada que preste? Em outras palavras, será que existe um jeito "legal" de ser idoso? Será que as perdas podem trazer algo diferente do ressentimento e do luto? Será que pode valer a pena viver até lá? Gostei da última cena do filme de Le Guay. Justamente porque acho que deve ser possível envelhecer até ser idoso "pegando leve". Explico. Há um clichê que pergunta sempre como podemos viver sabendo que logo iremos morrer. A velhice avançada poderia ser o momento em que a gente descobre que talvez esse clichê possa e deva ser subvertido, com a sabedoria que a grande velhice traz: saber que vamos morrer não impede de viver –ao contrário, só é possível viver com leveza quando sabemos que logo a vida vai acabar. Essa é a sabedoria do idoso.

Fonte: Folha de SP

Bem vindos ao meu novo ciclo!



Novo nome, nova logomarca, novo layout e porque não uma nova Patricia? 
Seguindo meu lema “Tudo o que não muda morre”, percebi que está na hora de começar uma nova jornada, jornada esta que inciou há mais de trinta anos quando comecei as minhas primeiras atividades físicas. Delas vieram a minha paixão pelo corpo, pela anatomia, a biomecânica e a fisiologia como um todo. Mas isso não foi suficiente, veio também a paixão pela cozinha, pelos alimentos e por entender a influência deles no funcionamento do corpo. Hoje o meu desejo é juntar estas duas paixões e levar informações através de aulas, workshops, vivências e atendimentos individuais. Bem vindos ao meu novo ciclo!

Babaganuche

  • 1 Berinjela média
  • 1 colher de sopa de Tahine (pasta de gergelim comprada pronta no supermercado)
  • 1 colher de sopa de azeite
  • suco de 1 limão
  • 1 dente de alho
  • sal à gosto
Modo de preparar

Faça uns furos na berinjela e coloque no forno por aproximadamente 30 minutos ou até murchar. A receita original queima na boca do fogão, mas além de levar mais tempo, ainda tem o risco de queimadura.
Junte todos os ingredientes no liquidificador e bata até formar uma pasta.
Sirva com palitinho de legumes ou pão sírio.

Power Balls (bolinhas de energia)

  • 100 gr. de aveia em flocos
  • ½ xícara de amêndoa triturada (pode trocar por castanha de caju, Pará ou nozes)
  • 1 colher de sopa de semente de linhaça (a gosto)
  • 1 colher de sopa de semente de chia  (a gosto)
  • 1 colher de sopa de côco ralado (a gosto)
  • 1 xícara chocolate amargo em gotas ou picado
  • ¼ de xícara de mel ou duas colheres de melado de cana
  • 1 xícara de manteiga de amêndoa ou amendoim
  • 1 colher de café de essência de baunilha
Modo de preparar

Deixas as sementes de molho por no minimo 4 horas (amêndoas, nozes ou castanhas, linhaça e chia) escorrer e passar na frigideira por 4 minutos antes de triturá-las no liquidificador. se preferir deixar a linhaça e a chia inteiras é opcional.
Em uma tigela, junte os ingredientes secos de sua preferência, sendo obrigatórios a aveia, uma das castanhas triturada e o chocolate. Outras sugestões são as frutas secas como damasco, gojiberry, uva passa e tâmaras (as tâmaras devem ser deixadas de molho e trituradas, reduzir o mel ou melado para não ficar muito doce). Junte o mel ou melado, a manteiga de amendoim ou amêndoa, a essência de baunilha e misture bem até que todos os ingredientes secos sejam encorporados pelos pastosos. Faça as bolinhas e sirva. Se não for consumir na hora, deixe na geladeira.

O Poder do Toque

          Seja um abraço, um aperto de mão, uma dança ou uma massagem, o toque é  um dos meios que nos conduz ao bem-estar físico, emociona...