Desidratação no Idoso




Com a baixa umidade relativa do ar doenças virais, bacterianas e alergias aumentam relativamente sua incidência e crianças e idosos são os mais vulneráveis, mas uma questão esquecida, principalmente nos idosos é a ingestão de líquidos.
A água tem função vital para o corpo, sendo responsável pela regulação da temperatura interna e pressão arterial, transporte de nutrientes e equilíbrio dos sistemas digestório, cardiovascular, respiratório e renal. No idoso a percepção da sede é, na maioria das vezes, diminuída e o armazenamento de água também, principalmente em idosos debilitados e com perda de massa muscular considerável, pois os músculos guardam cerca de 10% do líquido ingerido.
A reposição hídrica deve suprir as perdas que obtemos através da urina e do suor. Segundo o Guia Alimentar para a População Brasileira a ingestão diária deve ser de 2000ml, sendo este apenas um valor de referência. Na presença de sintomas como dor de cabeça, taquicardia, aumento repentino de pressão arterial, prisão de ventre, delírios, irritação e outras alterações de comportamento, febre, câimbras, olhos fundos deve ser levado em consideração a possibilidade do paciente estar desidratado.
Outro sinal importante é o turgor cutâneo (foto), que pode ser avaliado pelo tempo que a pele demora para voltar ao normal após ser pinçada: quanto maior for o tempo necessário para a pele voltar ao normal, maior a chance do idoso estar desidratado.
Água, água de côco natural e soro caseiro (1L de água, 1col chá de sal e 1 col sopa de açúcar) são as melhores formas de evitar a desidratação. Sucos de fruta natural também ajudam na reposição de eletrólitos desde que com pouco ou  de preferência nenhum açúcar ou adoçante artificial. Deixar água sempre disponível para lembrar de tomar a cada hora, mesmo que não tenha a sensação de sede.

Desidratação no Idoso

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